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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Assunto: Teste de Recuperabilidade de Custos



Questão (AFRFB – RFB – EsAF/2014)

Com relação à Redução ao Valor Recuperável de Ativos, pode-se afirmar que:
a) a esta técnica estão sujeitos à aplicação desse processo todos os ativos sem qualquer tipo de exceção.
b) é esse tipo de procedimento aplicável somente aos ativos intangíveis e aos ativos resultantes de Contratos de Construção.
c) apenas aos ativos resultantes de Contratos de Construção e aqueles sujeitos à aplicação do valor justo como os ativos biológicos são passíveis da aplicação dessa redução.
d) tem como objetivo assegurar que os ativos não estejam registrados contabilmente por valor maior do que o passível de ser recuperado por uso ou venda.
e) não é aplicada aos imobilizados em razão dos mesmos já estarem sujeitos à depreciação, amortização ou a exaustão que cobrem possíveis divergências no valor de custo do ativo e o seu valor recuperável.

Questão sobre o Pronunciamento Técnico CPC 01 (R1) – Redução ao Valor Recuperável de Ativos, que tem sido um dos mais cobrados em concursos; é fundamental estar com os conceitos trazidos por ele bem entendidos. O objetivo deste Pronunciamento Técnico é estabelecer procedimentos que a entidade deve aplicar para assegurar que seus ativos estejam registrados contabilmente por valor que não exceda seus valores de recuperação. Um ativo está registrado contabilmente por valor que excede seu valor de recuperação se o seu valor contábil exceder o montante a ser recuperado pelo uso ou pela venda do ativo. Se esse for o caso, o ativo é caracterizado como sujeito ao reconhecimento de perdas, e o Pronunciamento Técnico requer que a entidade reconheça um ajuste para perdas por desvalorização. O Pronunciamento Técnico também especifica quando a entidade deve reverter um ajuste para perdas por desvalorização e estabelece as divulgações requeridas.
Este Pronunciamento Técnico deve ser aplicado na contabilização de ajuste para perdas por desvalorização de TODOS os ativos, EXCETO:

(a) estoques (ver Pronunciamento Técnico CPC 16(R1) – Estoques);
(b) ativos advindos de contratos de construção (ver Pronunciamento Técnico CPC 17 – Contratos de Construção);
(c) ativos fiscais diferidos (ver Pronunciamento Técnico CPC 32 – Tributos sobre o Lucro);
(d) ativos advindos de planos de benefícios a empregados (ver Pronunciamento Técnico CPC 33 – Benefícios a Empregados);
(e) ativos financeiros que estejam dentro do alcance dos Pronunciamentos Técnicos do CPC que disciplinam instrumentos financeiros;
(f) propriedade para investimento que seja mensurada ao valor justo (ver Pronunciamento Técnico CPC 28 – Propriedade para Investimento);
(g) ativos biológicos relacionados à atividade agrícola que sejam mensurados ao valor justo líquido de despesas de venda (ver Pronunciamento Técnico CPC 29 – Ativo Biológico e Produto Agrícola);
(h) custos de aquisição diferidos e ativos intangíveis advindos de direitos contratuais de companhia de seguros contidos em contrato de seguro dentro do alcance do Pronunciamento Técnico CPC 11 – Contratos de Seguro; e
(i) ativos não circulantes (ou grupos de ativos disponíveis para venda) classificados como mantidos para venda em consonância com o Pronunciamento Técnico CPC 31 – Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada.
Vamos analisar as afirmativas:
a) a esta técnica estão sujeitos à aplicação desse processo todos os ativos sem qualquer tipo de exceção. O CPC 01 não se aplica a todos os ativos; o pronunciamento elenca vários exemplos que estão fora do seu alcance.
b) é esse tipo de procedimento aplicável somente aos ativos intangíveis e aos ativos resultantes de Contratos de Construção.  Ativos resultantes de contratos de construção estão fora do alcance do CPC 01
c) apenas aos ativos resultantes de Contratos de Construção e aqueles sujeitos à aplicação do valor justo como os ativos biológicos são passíveis da aplicação dessa redução. Idem.
d) tem como objetivo assegurar que os ativos não estejam registrados contabilmente por valor maior do que o passível de ser recuperado por uso ou venda. Assertiva correta!
e) não é aplicada aos imobilizados em razão dos mesmos já estarem sujeitos à depreciação, amortização ou a exaustão que cobrem possíveis divergências no valor de custo do ativo e o seu valor recuperável.  É importante destacar que o teste de recuperabilidade não veio substituir



Gabarito – D. Bons Estudos!

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Assunto: Reservas de Lucros

Questão (AFRFB – RFB – EsAF/2014)
No tratamento contábil das contas de Reservas, são classificadas como Reservas de Lucros as:
a) Reserva de Reavaliação de Ativos Próprios e a Reserva Legal.
b) Reserva para Contingências e a Reserva de incentivos Fiscais.
c) Reserva de Lucros para Expansão e a Reserva de Ágio na emissão de Ações.
d) Reserva de Contingência e a Reserva de Reavaliação de Ativos de Coligadas.
e) Reserva Especial de Ágio na Incorporação e a Reserva Legal.

Questão que exige do candidato o conhecimento das reservas de lucros que estão elencadas dos artigos 193 a 197 da Lei 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações). São reservas de lucros:

Reserva Legal
Reservas Estatutárias
Reservas para Contingências
Reserva de Incentivos Fiscais
Reserva de Retenção de Lucros.
Reserva de Lucros a Realizar

Vamos analisar as opções:
a) Reserva de Reavaliação de Ativos Próprios e a Reserva Legal.
b) Reserva para Contingências e a Reserva de incentivos Fiscais.
c) Reserva de Lucros para Expansão e a Reserva de Ágio na emissão de Ações.
d) Reserva de Contingência e a Reserva de Reavaliação de Ativos de Coligadas.
e) Reserva Especial de Ágio na Incorporação e a Reserva Legal.

Gabarito – B Bons Estudos


quarta-feira, 23 de abril de 2014

Assunto: Operações com Mercadorias e Tributação

 FCC - AFRE RJ/2014

A Cia. Comerciante adquiriu, em 01/07/2013, mercadorias para serem revendidas. As mercadorias foram adquiridas, à vista, por R$ 150.000,00, sendo que neste valor estavam inclusos os tributos recuperáveis de R$ 22.000,00 e os tributos não recuperáveis de R$ 15.000,00. Adicionalmente, a Cia. Comerciante contratou e pagou frete e seguro, para transporte das mercadorias adquiridas até a empresa, no valor de R$ 5.000,00, sendo que neste valor estavam inclusos tributos recuperáveis de R$ 600,00. Em 31/07/2013, a empresa Comerciante revendeu todas estas mercadorias por R$ 300.000,00, à vista. Sobre o valor da venda houve incidência de ICMS − Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços no valor de R$ 45.000,00 e pagamento de comissão para os vendedores no valor de R$ 9.000,00. Com base nestas informações, o valor do lucro bruto apurado pela Cia. Comerciante no mês de julho de 2013 foi
a) R$ 150.000,00.
b) R$ 127.000,00.
c) R$ 100.000,00.
d) R$ 122.600,00.
e) R$ 113.600,00.

Para apurarmos o Lucro Bruto precisamos de duas informações: a Receita Líquida de Vendas e Custo da Mercadoria Vendida.
Para a Receita Líquida temos:
Receita Bruta......................... R$ 300.000,00
ICMS sobre vendas................ (R$ 45.000,00)
Receita Líquida.......................R$ 255.000,00

Agora. apuraremos o Custo da Mercadoria Vendida
Compras Brutas....................R$ 150.000,00
Tributos Recuperáveis.........(R$ 22.000,00)
Fretes e Seguros................  R$ 5.000,00 (integram o estoque)
Tributos não recuperáveis... (R$ 600.00)
Compras Líquidas              =R$ 132.400,00

Lucro Bruto = R$ 255.000,00 - R$ 132.400,00 = R$ 122.600,00

GABARITO: LETRA D
OBS 1: O examinador tentou confundir o candidato com a informação da comissão de vendas que é uma DESPESA que NÃO influencia na apuração do CMV.

OBS 2: O frete e seguros quando pagos pela empresa adquirente das mercadorias INTEGRAM o custo do estoque. Quando é executado e cobrado pela empresa vendedora (preço CIF), seu valor integra a base de cálculo do ICMS. Quando executados por terceiros, uma empresa transportadora, por exemplo, o valor da operação não integra a base de cálculo do ICMS. 
Bons estudos!

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Assunto: Redução ao Valor Recuperável de Ativos

 FUNDATEC- CAGE-2014

Conforme a NBC TG 01 (R1) – REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVOS, a evidência proveniente de relatório interno que indique que um ativo pode ter se desvalorizado inclui a existência de, EXCETO:

a) Fluxos de caixa para adquirir o ativo ou necessidades de caixa subsequentes para operar ou mantê-lo, que sejam significantemente mais elevadas do eu originalmente orçadas.
b) Fluxos de caixa líquidos realizados, lucros ou prejuízos operacionais gerados pelo ativo, que são significativamente piores do que aqueles orçados.
c) Queda significativa nos fluxos de caixa líquidos orçados ou no lucro operacional, ou aumento significativo no prejuízo orçado, gerados pelo ativo.
d) Prejuízos operacionais ou saídas de caixa líquidas advindos do ativo, quando os números do período atual são agregados com números orçados para o futuro.
e) Fluxos de caixa líquidos realizados ou lucros ou prejuízos operacionais gerados pelo ativo, que são significativamente melhores do que aqueles orçados.

Mais uma questão recente sobre o CPC 01. Segundo a referida norma, podemos ter evidências internas ou externas da desvalorização de um ativo. Segundo o item 14 do Pronunciamento Técnico, evidência proveniente de relatório interno que indique que um ativo pode ter se desvalorizado inclui a existência de:
(a)       fluxos de caixa para adquirir o ativo ou necessidades de caixa subsequentes para operar ou mantê-lo, que sejam significativamente MAIS ELEVADAS do que originalmente orçadas;
(b)       fluxos de caixa líquidos realizados ou lucros ou prejuízos operacionais gerados pelo ativo, que são significativamente piores do que aqueles orçados;
(c)       queda significativa nos fluxos de caixa líquidos orçados ou no lucro operacional, ou aumento significativo no prejuízo orçado, gerados pelo ativo; ou
(d)       prejuízos operacionais ou saídas de caixa líquidas advindos do ativo, quando os números do período atual são agregados com números orçados para o futuro.

Vamos analisar as alternativas:
a) Fluxos de caixa para adquirir o ativo ou necessidades de caixa subsequentes para operar ou mantê-lo, que sejam significantemente mais elevadas do eu originalmente orçadas. Correto de acordo com a literalidade do item 14, “a”.
b) Fluxos de caixa líquidos realizados, lucros ou prejuízos operacionais gerados pelo ativo, que são significativamente piores do que aqueles orçados. Alternativa Correta. Item 14, “b”.
c) Queda significativa nos fluxos de caixa líquidos orçados ou no lucro operacional, ou aumento significativo no prejuízo orçado, gerados pelo ativo. Alternativa Correta. Item 14, “c”.
d) Prejuízos operacionais ou saídas de caixa líquidas advindos do ativo, quando os números do período atual são agregados com números orçados para o futuro. Alternativa Correta. Item 14, “d”.
e) Fluxos de caixa líquidos realizados ou lucros ou prejuízos operacionais gerados pelo ativo, que são significativamente melhores do que aqueles orçados. Erro sutil, pois o certo seria “significativamente piores do que aqueles orçados”, visto que, caso os fluxos de caixa realizados ou prejuízos gerados fossem melhores do que os orçado haveria uma indicação de valorização do ativo.


GABARITO: LETRA E. Bons Estudos!

terça-feira, 15 de abril de 2014

Assunto: Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes

Ciências Contábeis – Defensoria Pública RJ – FGV/2014)(Contribuição Professor Justino Oliveira)

A Companhia Revender vendeu um serviço de instalação elétrica à empresa Sem Luz. Para a execução do serviço, a Revender contratou a empresa Azarada para prestar o serviço. Durante a prestação de serviço, por descuido dos funcionários da Azarada, houve um curto circuito, ocasionando um incêndio no prédio da Sem Luz. Devido ao ocorrido, a Sem Luz entrou com um processo judicial indenizatório cobrando o valor de $ 200.000 por danos materiais contra a Revender. Por sua vez, a Revender entrou com um processo no mesmo valor contra a Azarada.
O advogado da Revender informou que o processo movido pela Sem Luz é uma contingência com perda provável de $ 100.000. Quanto ao processo judicial contra a Azarada, segundo a avaliação do advogado, é possível que a integralidade da indenização seja recebida pela Revender.
Considerando o caso acima, o registro na contabilidade da Revender é
a) D – despesas operacionais (DRE) - $ 200.000
    C – provisões para riscos cíveis (Passivo) - $ 200.000
b) D – despesas operacionais (DRE) - $ 100.000
    C – provisões para riscos cíveis (Passivo) - $ 100.000
c) D – contingências ativas (Ativo) - $ 200.000
    C – provisões para riscos cíveis (Passivo) - $ 200.000
d) D – contingências ativas - $ 100.000
    C – provisões para riscos cíveis (Passivo) - $ 100.000
e) D – contingências ativas - $ 200.000
    C – provisões para riscos cíveis (Passivo) - $ 100.000
    C – outras receitas operacionais (DRE) - $ 100.000

Segundo o CPC 25, no Processo movido pela Sem Luz, como a perda foi considerada Provável em $ 100.000 devemos reconhecer uma provisão.

D Despesas Operacionais
C Provisões para riscos cíveis.................... $ 100.000

Já no processo movido pela empresa Revender contra a Azarada, como o ganho foi considerado Possível, não reconheceremos uma provisão, e sim um ativo contingente, que não será contabilizado e sim evidenciado em notas explicativas.

GABARITO: B Bons Estudos!

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Assunto: CPC 25, Provisões, Ativos e Passivos Contingentes


FCC - AFRE RJ/2014                                            

A empresa Alpha S.A. possuía alguns processos judiciais em andamento, conforme os dados a seguir:
No do Processo
Provisão Reconhecida em 31/12/2012
Probabilidade de Perda em 30/06/2013
Valor Estimado da Perda em 30/06/2013
1
R$ 50.000,00
Provável
R$ 60.000,00

2
R$ 30.000,00
Possível
R$ 40.000,00
3
não há
Possível
R$ 15.000,00
4
não há
Provável
R$ 25.000,00

Com base nestas informações, a empresa Alpha S.A. deve, em 30/06/2013, complementar o saldo:
a) das provisões constituídas para os processos 1 e 2 e constituir provisões para os processos 3 e 4.
b) das provisões constituídas para os processos 1 e 2 e constituir provisão somente para o processo 4.
c) da provisão constituída para o processo 1, constituir a provisão para o processo 4 e reverter a provisão constituída para o processo 2.
d) da provisão constituída para o processo 1, constituir provisão para os processos 3 e 4 e reverter a provisão constituída para o processo 2.
e) da provisão constituída para o processo 1, constituir provisão somente para o processo 4 e manter a provisão já constituída para o processo 2.

A questão trata da diferenciação entre PROVISÕES E PASSIVOS CONTINGENTES. Segundo o CPC 25, “Provisão é um passivo de prazo ou de valor incertos”. Sua utilização pela Contabilidade está ligada a FATOS PRETÉRITOS, ou seja, do passado. Essa é uma diferença importante entre provisões e reservas.
A mesma norma define Passivo contingente como:

(a) uma obrigação possível que resulta de EVENTOS PASSADOS e cuja existência será confirmada  apenas  pela  ocorrência  ou  não  de  um  ou  mais  eventos  futuros incertos não totalmente sob controle da entidade; ou
(b) uma obrigação presente que resulta de eventos passados, mas  que  NÃO  É RECONHECIDA porque:
(i) não é provável que uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos seja exigida para liquidar a obrigação; ou
(ii) o valor  da  obrigação  não  pode  ser  mensurado  com  suficiente confiabilidade.
Apesar de não ser necessário o seu reconhecimento, a entidade deve divulgar, para cada classe de passivo contingente na data do balanço, uma breve descrição de sua natureza.  Essa divulgação será feita em Notas Explicativas. A exceção para a evidenciação é quando for REMOTA possibilidade de  ocorrer  qualquer  desembolso  na Liquidação.
Vamos analisar as alternativas:
No do Processo
Provisão Reconhecida em 31/12/2012
Probabilidade de Perda em 30/06/2013
Valor Estimado da Perda em 30/06/2013
1
R$ 50.000,00
Provável
R$ 60.000,00

2
R$ 30.000,00
Possível
R$ 40.000,00
3
não há
Possível
R$ 15.000,00
4
não há
Provável
R$ 25.000,00
No Processo nº1, como a perda foi considerada Provável, devemos reconhecer uma provisão, completando o valor já existente em R$ 10.000,00.
No Processo nº2, como a perda foi considerada Possível, não devemos reconhecer uma provisão e sim um Passivo contingente. Por isso, devemos fazer uma reversão da provisão já existente.
No Processo nº 3, como a perda considerada Provável, demos reconhecer e constituir uma provisão, no valor de R$ 15.000,00.
No Processo nº 4, como a perda foi considerada Possível, não devemos reconhecer uma provisão e sim um Passivo contingente.

GABARITO: LETRA C. Bons Estudos!

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Assunto: Estrutura Conceitual Básica

 CFC-Exame de Suficiência 2014- De acordo com a NBC TG Estrutura Conceitual, quando os gastos incorridos não proporcionarem a expectativa provável de geração de benefícios econômicos para entidade além do período contábil corrente, o item será reconhecido como:

a) Ativo
b)Despesa
c) Intangível
d) Passivo

Questão sobre  o assunto “Reconhecimento de Ativos” da Estrutura Conceitual. De acordo com o item 4.45 da referida norma, “Um ATIVO NÃO DEVE ser reconhecido no balanço patrimonial quando os gastos incorridos não proporcionarem a expectativa provável de geração de benefícios econômicos para a entidade além do período contábil corrente. Ao invés disso, tal transação deve ser reconhecida como DESPESA na demonstração do resultado”


GABARITO: LETRA B. Bons estudos!

terça-feira, 8 de abril de 2014

Estrutura Conceitual


CFC-1º Exame de Suficiência 2014

Considerando o que dispõe a NBC TG Estrutura Conceitual, a respeito das características qualitativas da informação contábil-financeira útil, julgue os itens abaixo como Verdadeiros(V) ou Falsos(F) e, sem seguida, assinale a opção CORRETA:
  1. Para que a informação contábil-financeira seja útil, ele precisa ser relevante e representar com fidedignidade o que se propõe a representar.
  2. A utilidade da informação contábil-financeira é melhorada se ela for comparável/verificável, tempestiva e compreensível.
  3.  Informação contábil-financeira relevante é aquela capaz de fazer diferença nas decisões que possam ser tomadas pelos usuários.
  4.   Comparabilidade é o mesmo que uniformidade e consistência.

A sequência correta é:
a)    F, F, F, V.
b)  F, F, V, V.
c)  V, V, F, F.
d) V, V, V, F.

Resolução:

I-             Para que a informação contábil-financeira seja útil, ele precisa ser relevante e representar com fidedignidade o que se propõe a representar. O item está correto segundo a Estrutura Conceitual e trata das características qualitativas fundamentais da informação contábil: RELEVÂNCIA E REPRESENTAÇÃO FIDEDIGNA.
II-             A utilidade da informação contábil-financeira é melhorada se ela for comparável/verificável, tempestiva e compreensível. Afirmação correta de acordo com o item QC19 da Estrutura Conceitual que evidencia: Comparabilidade, verificabilidade, tempestividade e compreensibilidade são características qualitativas que melhoram a utilidade da informação que é relevante e que é representada com fidedignidade.
III-           Informação contábil-financeira relevante é aquela capaz de fazer diferença nas decisões que possam ser tomadas pelos usuários. Afirmação correta de acordo com o item QC26 da Estrutura Conceitual.
IV-          Comparabilidade é o mesmo que uniformidade e consistência. Segundo o CPC00, PRONUNCIAMENTO CONCEITUAL BÁSICO, QC23. Comparabilidade não significa uniformidade. Para que a informação seja comparável, coisas iguais precisam parecer iguais e coisas diferentes precisam parecer diferentes. Por sua vez, segundo os itens QC 21 e 22, consistência, embora esteja relacionada com a comparabilidade, NÃO SIGNIFICA O MESMO. Consistência refere-se ao uso dos mesmos métodos para os mesmos itens, tanto de um período para outro considerando a mesma entidade que reporta a informação, quanto para um único período entre entidades. Comparabilidade é o objetivo; a consistência auxilia a alcançar esse objetivo.   Item falso!


GABARITO: LETRA D. Bons Estudos.