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quarta-feira, 12 de março de 2014

Assunto: Conceito, Objeto, Finalidade, Técnicas Contábeis

A técnica contábil usada no registro dos fatos contábeis e no controle do patrimônio, e das variações desse patrimônio, através de lançamentos destinados ao registro das operações que o afetam, é a

a) avaliação

b) classificação

c) demonstração

d) escrituração

e) provisão

ESCRITURAÇÃO, segundo o professor Ricardo Ferreira (2013) é a técnica por meio da qual se efetuam os registros das ocorrências que afetam o patrimônio de uma entidade. É feita por meio de lançamentos em livros destinados ao registro das operações que afetam o patrimônio. A alternativa “C” está incorreta, pois, demonstração é a técnica que consiste na exposição da situação do patrimônio de forma padronizada e suas variações em determinado período de tempo. A alternativa “E” está incorreta, pois “provisões”, segundo o CPC 25, que trata de Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes define provisão como um passivo de prazo ou de valor incertos. Segundo o Manual Fipecafi (2013), provisões são passivos que também devem ser registrados, apesar de não terem data fixada de pagamento ou mesmo não conterem expressão exata de seus valores. As alternativas A e B estão incorretas, apesar de serem fundamentais para que a Contabilidade possa se desenvolver e cumprir sua função de fornecer informações fidedignas aos seus usuários.

GABARITO: LETRA “D”.  Bons estudos!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Pronunciamento Contábil: CPC 03

(ABIN – Ciências Contábeis – CESPE 2010) Caso uma imobiliária cobre aluguéis em nome de terceiros e os repasse inteiramente aos proprietários dos imóveis, estes não podem ser apresentados em bases líquidas nos fluxos de caixa provenientes das atividades operacionais da imobiliária.

E – Conforme CPC 03, que versa sobre Demonstração de Fluxo de Caixa, os fluxos de caixa advindos das atividades operacionais, de investimento e de financiamento podem ser apresentados em base líquida nas situações em que houver:

(a) recebimentos de caixa e pagamentos em caixa em favor ou em nome de clientes, quando os fluxos de caixa refletirem mais as atividades dos clientes

do que as da própria entidade; e

(b) recebimentos de caixa e pagamentos em caixa referentes a itens cujo giro seja rápido, os montantes sejam expressivos e os vencimentos sejam de curto prazo.

Dentre os exemplos referentes ao item (a) acima, tem-se os aluguéis cobrados em nome de terceiros e pagos inteiramente aos proprietários dos imóveis.

Diante do exposto, conclui-se que, no caso da questão em tela, pode-se apresentar o fluxo de caixa em termos de base líquida.