sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Auditoria - Execução do Trabalho

(TCU - Auditor de Controle Externo - Cespe - 2011) Durante a execução de seu trabalho, um auditor constatou que o órgão auditado disponibilizou bens a uma instituição privada por conta da realização de determinado convênio. Por desconfiança em relação à operação, esse auditor resolveu, apropriadamente, efetuar um pedido de confirmação, sem especificar os bens e respectivos valores, mas dos quais julgou não poder abrir mão da confirmação formal. Nessa situação hipotética, a técnica utilizada é denominada confirmação ou circularização positiva em branco.


C - Existem algumas técnicas que podem contribuir para a obtenção de evidências, sempre que se fizer necessário. Uma delas é a circularização, que consiste na confirmação, junto a terceiros, de fatos e informações apresentados pelo auditado. Na utilização desta técnica, deve-se atentar para que este processo seja efetivamente controlado de forma a garantir que o risco da auditoria se mantenha em um nível aceitável.
A circularização consiste em fazer com que o auditado expeça cartas dirigidas a empresas e a pessoas com as quais mantém relação de negócios, solicitando que confirmem, em carta dirigida diretamente ao auditor, por escrito, qual a situação desses negócios, em data determinada. 

Auditoria - Intosai

(TCU - Auditor de Controle Externo - Cespe - 2011) De acordo com o Código de Ética para os auditores do setor público, da INTOSAI, o preceito do sigilo profissional, segundo o qual as informações obtidas pelos auditores em razão de suas funções não podem ser reveladas a terceiros, não se aplica aos casos de cumprimento das responsabilidades próprias da respectiva entidade de fiscalização superior.

C - A informação obtida pelos auditores no processo de auditoria não deverá ser revelada a terceiros, nem oralmente nem por escrito, salvo objetivando cumprir responsabilidades legais ou de outra classe que correspondam à EFS, como parte dos procedimentos normais desta, ou em conformidade com as leis pertinentes.


Auditoria


(TCU - Auditor de Controle Externo - Cespe - 2011) De acordo com a abordagem adotada pelo COSO II, no documento conhecido como ERM (Enterprise Risk Management), as estruturas de controles internos tradicionais devem ser substituídas por controles focados nos aspectos financeiros das organizações, dirigidos aos empregados ou servidores, e são de responsabilidade exclusiva dos órgãos de direção e de fiscalização.


E - COSO é uma entidade do setor privado, sem fins lucrativos, voltada para o aperfeiçoamento da qualidade de relatórios financeiros por meio de éticas profissionais, implementação de controles internos e governança corporativa.
No COSO I, foi definição de controles interno foi estabelecida da seguinte forma:
Controles internos são um processo, conduzido pelo conselho de diretores, por todos os níveis de gerência e por outras pessoas da entidade, projetado para fornecer segurança razoável quanto à consecução de objetivos nas seguintes categorias:
- eficácia e eficiência das operações;
- confiabilidade de relatórios financeiros; e
- cumprimento de leis e regulamentações aplicáveis.
O COSO II abordou a gestão de riscos, porém sem abandonar a estrutura de controle interno definida no COSO I.
Da definição depreende-se que a responsabilidade é de TODAS as pessoas de uma organização e que os controles abordam todos os aspectos da entidade que possam fornecer algum tipo de risco.




sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

SIAFI

(MPU - Analista de Contabilidade - 2010) Os códigos de eventos mantêm correlação com os documentos de entrada do SIAFI, excetuando-se os eventos de classes 50 a 80.

E -  Os códigos de eventos mantêm correlação com os documentos de entrada do SIAFI, excetuando-se os eventos de classes 50, 60, 70 e 80.

Subsistema de Contas

(MPU - Analista de Contabilidade - 2010) No ativo e no passivo compensado, registram-se eventos que não representem impacto imediato no patrimônio.

C - No ativo e passivo compensado estão contabilizados as contas do susbistema compensado e tambem do subsistema orçamentário. O subsistema compensado registra atos que possam a vir afetar o patrimonio no futuro, ou seja, os atos administrativos de natureza não orçamentária.

Plano de Contas

(MPU - Analista de Contabilidade - 2010) As rubricas contábeis estão estruturadas nos níveis de classe, grupo, subgrupo, elemento e subelemento.

C - As rúbricas contábeis estão estruturadas em classe, grupo, subgrupo, elemento, subelemento, item e subitem. A supressão das categorias “item” e “subitem” não torna a assertiva incorreta, pois por exemplo temos o plano de contas utilizado pela administração federal em que sua estrutura é desdobrada somente até o terceiro nível (subgrupo) 

Subsistema de Contas

(MPU - Analista de Contabilidade - 2010) O registro de receitas orçamentárias gera sempre lançamentos simultâneos nos sistemas orçamentário e patrimonial.

 E - Para que haja lançamento no subsistema patrimonial é necessário que a receita orçamentária seja proveniente de um fato que envolva bens patrimonias (bens, direitos e obrigações) como por exemplo:
Baixa de empréstimos a receber por amortização
Receitas provenientes da venda de um bem

Portanto nem toda receita orçamentária gera lançamento no subsistema patrimonial, mas sempre sim no subsistema orçamentário.

SIAFI

(MPU - Analista de Contabilidade - 2010) Lançamentos a débito elevam o saldo das contas de variações ativas.

E - As contas de variações ativas encontram-se na DVP, a qual funciona igual a DRE, sendo creditado as variações ativas e debitado as variações passivas. Por exemplo no momento do recebimento de uma receita orçamentária é feito o seguinte lançamento:

D - Bancos - Balanço Patrimonial
C - Receitas Orçamentária (Variação Ativa) - Demonstação das Variações Patrimonias

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Questões da amanhã 57

(MPU - Analista de Contabilidade - 2010) Lançamentos a débito elevam o saldo das contas de variações ativas.

(MPU - Analista de Contabilidade - 2010) O registro de receitas orçamentárias gera sempre lançamentossimultâneos nos sistemas orçamentário e patrimonial.

(MPU - Analista de Contabilidade - 2010) As rubricas contábeis estão estruturadas nos níveis de classe, grupo, subgrupo, elemento e subelemento.

(MPU - Analista de Contabilidade - 2010) No ativo e no passivo compensado, registram-se eventos que não representem impacto imediato no patrimônio.

(MPU - Analista de Contabilidade - 2010) Os códigos de eventos mantêm correlação com os documentos de entrada do SIAFI, excetuando-se os eventos de classes 50 a 80.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Contabilidade Geral

(TRT 21 – CESPE 2010) Se uma empresa utilizar parte de seu resultado econômico para instituir o fundo de previdência de seus empregados e administradores, ela poderá registrar a parcela destinada a esse fundo como despesa na demonstração do resultado do exercício.

E – Primeiramente deve-se atentar para o seguinte ponto:

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTAO ECONÔMICO É DIFERENTE DE DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO.

Demonstração do Resultado Econômico é adota no setor público e tem o objetivo de evidenciar a eficiência na gestão dos recursos no serviço público.

Já a Demonstração do Resultado do Exercício discriminará o resultado da entidade com base nas receitas e despesas ocorridas em determinado período. Conforme Lei n° 6.404/76, art. 187, VI, a Demonstração do Resultado do Exercício, dentre outras coisas, discriminará: “as participações de debêntures, empregados, administradores e partes beneficiárias, mesmo na forma de instrumentos financeiros, e de instituições ou fundos de assistência ou previdência de empregados, que não se caracterizem como despesa.”

Contabilidade Geral

(TRT 21 – CESPE 2010) Se determinada empresa sacou dinheiro de sua conta bancária, que estava com o saldo zerado, utilizando o crédito do chamado cheque especial, o saldo dessa conta no livro razão do banco onde a empresa tem conta será credor.

E – O saldo da conta corrente será sempre devedor ou nulo. Na questão em tela, deve-se atentar que o uso de cheque especial é uma forma de empréstimo bancário. Desta forma, supondo um saque de R$ 100,00, o lançamento será o seguinte:

D – Banco conta movimento 100,00

C – Empréstimo – cheque especial 100,00

Como se pode perceber, a conta não terá saldo credor, mas sim devedor, porém surgirá um passivo, uma obrigação para com a instituição financeira.